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Dec. 2, 2015

Compliance and Regulation Law Glossary

The contract is the main natural and legal instrument of the competitive market. It seems foreign to the regulatory system which, close to the "regulation" (texts) seems more express itself in administrative unilateral acts.

But this division is fading because the contract is an effective tool because it makes gained acceptance recipient of the norm, becoming the preferred instrument of public policy. The Regulator will use it the more so as on the one hand by the contract operators bring him information and on the other hand, operators have the power to disobey him. That is why the contract is a major figure in the Regulatory system.

The self-regulation mechanism goes further, since the Regulatory system itself is built on contractual commitments, exempting exogenous rules and regulator.

Updated: June 24, 2011 (Initial publication: June 15, 2011)

I. Isolated Articles

ENGLISH

The role of fibre is very important towards connecting to ultra-fast broadband, one of the key action areas of the Digital Agenda. But, Europe is late in its fibre deployment, especially when compared to other advanced economies such as the United States or Japan. At the same time, however, there is still no standard for a European fibre strategy: public as well as private stakeholders are having very different approaches in local FTTx deployment sometimes leading to a waste in private and public funds and being mainly focused on dense areas. This article aims to propose an efficient model for fibre network deployment that can be applied to all European Member States. The model provides high-margin incentives for operators to install fibre network across the whole country, while maximising households’ fibre connection rate through an automatic migration scheme. In a period of weak growth and budget restrictions, the catch-up in ultra-fast broadband internet requires more than ever an efficient policy to maximise the deployment of FTTH at the lowest cost possible to the public. The proposed model serves as an ideal choice given this context.

Alternative operator - Budget - Connexion - Copper network - Cost - Digital agenda - Duplication - Effeciency - Essential facility - Europe - Fiber optic - France - Incentive - Incumbent operator - Infrastructure - Internet - Natural economic monopoly - Network - Price - Provider - Regulatory policy *

* In The Journal of Regulation, these keywords are done by the Editor and not by the Author.

 

PORTUGUESE

Artigo: Do cobre à fibra: uma política de regulação ótima.


O papel da fibra é muito importante em conexões de banda larga de alta velocidade, uma das principais ações na área da Agenda Digital. No entanto, a Europa está atrasada no desenvolvimento da fibra, especialmente quando comparada com outras economias avançadas como Estados Unidos ou Japão. Ao mesmo tempo, porém, ainda não há um patamar para uma estratégia europeia para a fibra: detentores de haveres públicos e privados têm tido diferentes posturas no desenvolvimento de FTTx local, o que leva às vezes a um desperdício de fundos públicos e privados e sendo sobretudo registrado em áreas de densidade. Este artigo objetiva propor um modelo eficiente para o desenvolvimento da rede de fibra que possa ser aplicado para todos os Estados Membros Europeus. O modelo prevê incentivos altos para operadores para instalar redes de fibra por todo o país, enquanto maximiza a taxa de conexões domésticas de fibra através de um esquema de migração automática. Em um período de crescimento desacelerado e restrições orçamentárias, um novo impulso em banda larga de alta velocidade requer mais do que nunca uma política eficiente para maximizar o desenvolvimento de FTTH ao menor custo possível para o público. O modelo proposto serve como uma escolha ideal dado este contexto.

Operador alternativo – Orçamento – Conexão – Rede de cobre – Custo – Agenda digital – Duplicação – Eficiência – Facilidades essenciais – Europa – Fibra ótica – França – Incentivo – Operador – Infra-estrutura – Internet – Monopólio natural econômico – Rede – Preço – Provedor – Política de regulação*.

* No Journal of Regulation, as palavras-chave são fornecidas pelo Diretor, e não pelo Autor.

 

ITALIAN


Articolo: Dal rame alla fibra: un’ottima politica di regolazione

Il ruolo della fibra è molto importante per la connessione ad alta velocità, una delle azioni centrali dell’agenda digitale. Tuttavia l’Europa è in netto ritardo per quando riguarda lo sviluppo della fibra, in particolare rispetto all’economia di altri paesi come gli Stati Uniti o il Giappone. Questo si capisce, però, in quanto non esiste uno standard per la strategia dell’Europa in materia di fibra: gli attori privati e pubblici del settore della fibra stanno avendo degli approcci differenti nei confronti della realizzazione dei FTTx, e tali approcci spesso si concludono in uno spreco di investimenti e si concentrano spesso su aree ad alta densità. Questo articolo si propone di trovare un modello efficace per la realizzazione di una rete a fibra in tutti gli Stati membri. Questo modello prevede degli incentivi elevati per gli operatori che installano delle reti a fibra ottica nei loro paesi, e massimizza la percentuale di connessioni a fibra ottica per nucleo familiare con un sistema di migrazione automatico. In un periodo di crescita ridotta e restrizioni di budget, lo sviluppo di connessioni a fibra ottica richiede una politica quanto mai efficace per massimizzare lo sviluppo del FTTH ai minimi costi possibili per i conti pubblici. Il modello proposto costituisce una scelta essenziale, in considerazione del contesto esistente.

Agenda digitale - Budget - Connessione - Connessioni su rame - Costi - Duplicazione - Efficienza - Europa - Fibra ottica - Fornitore - Francia - Incentivi - Infrastruttura - Infrastruttura essenziale - Internet - Monopolio economico naturale - Operatore alternativo - Operatore storico - Prezzo - Politica di regolazione - Rete *

* In The Journal of Regulation, le parole chiave sono responsabilità dell’Editore e non dall’Autore.

 

SPANISH

Artículos: Del cobre a la fibra : una política regulatoria óptima


El rol de la fibra óptica es de gran importancia en lo que concierne la conexión al ancho de banda ultrarrápida, una de las áreas claves de acción en la Agenda Digital. Sin embargo, Europa se encuentra atrasada en cuanto a su desarrollo, especialmente en comparación con otras economías avanzadas, como la de los EEUU o Japón. No obstante, todavía no existe un estándar para una estrategia europea para la red de fibra óptica; accionistas, tanto privados como públicos, han estado adoptando diferentes acercamientos a la implementación de los FTTx, lo cual suele llevar a un enfoque sobre áreas demasiado densas y al desperdicio de fondos privados y públicos. Este artículo tiene como objetivo proponer un modelo eficiente para el desarrollo de la red de fibras ópticas que podría aplicarse a todos los miembros de la Unión Europea. El modelo provee incentivos de gran margen de ganancias para operadores para la instalación de estas redes de fibras a través del país entero y al mismo tiempo maximiza la conexión rápida de fibras en todas las viviendas facilitado por el uso de un esquema de migración automática. En un periodo de crecimiento débil y restricciones presupuestarias, el “catch-up” en el Internet de banda ancha ultrarrápida requiere ahora más que nunca una política eficaz para maximizar el desarrollo del FFTH y minimizar el coste incurrido por el público.

Other translations forthcoming.

Updated: Sept. 25, 2012 (Initial publication: June 12, 2011)

Sectorial Analysis

ENGLISH

On May 12, 2011, both Neelie Kroes, the European Commissioner for the digital agenda within the European Commission, and Larry Strickling, Assistant Commissioner for Communications and Information within the United States Department of Commerce, sent a notification to the ICANN, a private association that manages Internet domain names. First of all, they agreed with the principle of self-regulation of Internet domain names by the ICANN. But, they requested a reform of its “governance” to improve its transparency and better take into account public authorities’ recommendations.

Association - Conflict resolution - Domain name - European commission - Internet - Internet Corporation for Assigned Names & Numbers (ICANN) - Memorandum - Power - Private regulator - Regulatory Authority - Self regulation - Soft law - Transparency - United Nations (UN) *

* In The Journal of Regulation, these keywords are done by the Editor and not by the Author.

 

PORTUGUESE

Informe bibliográfico (Internet): Autoridades europeias e norte-americanas notificaram a ICANN, uma associação privada encarregada da auto-regulação de nomes de domínio na Internet, que ela deve adotar uma governança mais transparente e também adotar as recomendações de estruturas públicas.

Em 12 de maio de 2011, tanto Neelie Kroes, o Comissário Europeu para a agenda digital dentro da Comissão Europeia, quanto Larry Strickling, Comissário Assistente para Comunicações e Informação dentro do Departamento de Comércio dos Estados Unidos da América, enviaram uma notificação para a ICANN, uma associação privada que gerencia nomes de domínio na internet. Em primeiro lugar, eles concordaram com o princípio da auto-regulação dos nomes de domínio na Internet pela ICANN. No entanto, eles solicitaram uma reforma em sua governança para melhorar sua transparência e melhor levar em consideração as recomendações de autoridades públicas.


Associação – Resolução de conflitos – Nome de domínio – Comissão Europeia – Internet - Internet Corporation for Assigned Names & Numbers (ICANN) – Memorandum – Poder – Regulação privada – Autoridade de regulação – Auto-regulação – Soft law – Transparência – Nações Unidas (ONU)*


* No Journal of Regulation, as palavras-chave são fornecidas pelo Diretor, e não pelo Autor.

ITALIAN


Relazione bibliografica (Internet): Le autorità europee e nord americane hanno indicato che l’ICANN, una società privata che ha lo scopo di auto-regolare i nomi a dominio di internet, dovrà aumentare la trasparenza della gestione ed adottare le raccomandazioni delle strutture pubbliche

Il 12 maggio 2011, Neelie Kroes, Commissario europeo per l’agenda digitale della Commissione europea, e Larry Strickling, Commissario assistente per le comunicazioni e l’informazione del Dipartimento del Commercio degli Stati Uniti, hanno entrambi dichiarato che l’ICANN, una società privata che gestisce i nomi a dominio di Internet, deve riformare il proprio sistema di gestione migliorando la sua trasparenza e deve prendere in debita considerazione le raccomandazioni provenienti dalle autorità pubbliche.


Associazione - Autorità di regolazione - Autorità privata di regolazione - Auto-regolazione - Commissione Europea - Internet - Internet Corporation for Assigned Names & Numbers (ICANN) - Memorandum - Nazioni Unite (ONU) - Nomi di dominio - Potere - Risoluzione di controversie - Soft law - Transparenza *


* In The Journal of Regulation, le parole chiave sono responsabilità dell’Editore e non dall’Autore.

 

 Other translations fortcoming.

Updated: Sept. 26, 2011 (Initial publication: July 4, 2011)

Symposiums

ENGLISH

On May 20, 2011, a colloquium was held in Paris on the question of How should the Audit be regulated?, organized by The Journal of Regulation, l’Ecole de droit de la Sorbonne, and KPMG France, one of the Journal’s privileged partners. The participants were Jean-Luc Decornoy, Nathalie de Basaldua, Alain Couret, Marie-Anne Frison-Roche, Christine Thin, Stephen Haddrill, Claude Cazes, Etienne Wasmer, and Mara Cameran. The reflections and discussions bore upon the European Commission’s Green Paper on Audit Policy. The colloquium’s ambition was to discuss the methodological links that must guide the future of the Audit, both in relation to financial regulation and competition, and also to analyze what the inspirations for audit reform should be, especially by using the available economic studies. Each participant agreed that the most important goal was to ensure that the audit is of very high quality, and everything ought to converge towards this goal.

 

ITALIAN

Relazione bibliografica (Convegno): Vers quelle régulation de l’audit faut-il aller? (Come dovrebbe essere regolato l’audit ?)

Il 20 maggio 2011, si è tenuto a Parigi un convegno sulla questione di come dovrebbe essere regolato l’audit, organizzato da The Journal of Regulation, da l’Ecole de droit de la Sorbonne e KPMG France, partner privilegiato della rivista. I partecipanti erano Jean-Luc Decornoy, Nathalie de Basaldua, Alain Couret, Marie-Anne Frison-Roche, Christine Thin, Stephen Haddrill, Claude Cazes, Etienne Wasmer e Mara Cameran. Le riflessioni e le discussioni si sono concentrate sul Libro Verde della Commissione europea sulla politica in materia di audit. L’ambizione del convegno era di studiare i nessi metodologici che devono costituire le linee guida dell’audit, tenendo conto della regolazione finanziare e della libera concorrenza. Il convegno mirava inoltre ad analizzare le possibili piste di una riforma dell’audit, sulla base anche di studi di tipo economico. Ogni partecipante ha sottolineato che lo scopo più importante era quello di assicurare un’attività di audit di grande qualità, e che tutti gli sforzi dovrebbero convergere verso tale scopo.

 SPANISH

Informe bibliográfico (Simposio): ¿En qué dirección debe dirigirse la regulación?

El 20 de mayo del 2011 se llevó a cabo un coloquio en París sobre la cuestión de “Cómo debe regularse la auditoría?” organizado por The Journal of Regulation, l’école de droit de la Sorbonne y el KPMG France, uno de los asociados principales de esta publicación. Los participantes incluyen Jean-Luc Decornoy, Nathalie de Basaldua, Alain Couret, Marie-Anne Frison-Roche, Christine Thin, Stephen Haddrill, Claude Cazes, Etienne Wasmer, and Mara Cameran. Las reflecciones y discusiones se centraron sobre el Papel Verde de la Comisión Europea sobre la política auditiva. La ambición de este coloquio era de discutir las conexiones metodológicas que deben guiar el futuro de la Auditoría, tanto en relación con la regulación de finanzas y la competencia, y también de analizar cuáles deben de ser las inspiraciones para la reforma de la auditoría, especialmente al usar los estudios económicos disponibles. Cada participante concertó que el objetivo más importante era de asegurar que la auditoría sea de alta calidad, y que todo ha de converger hacia este objetivo.

 

PORTUGUESE

Informe bibliográfico (Symposium): vers quelle régulation de l’audit faut-il aller ? Como deveria a auditoria ser regulada?


Em 20 de maio de 2011, um colóquio foi realizado em Paris sobre a questão Como deveria a auditoria ser regulada?, organizado por The Journal of Regulation, l’Ecole de droit de la Sorbonne, e KPMG France, um dos principais parceiros deste periódico. Os participantes foram Jean-Luc Decornoy, Nathalie de Basaldua, Alain Couret, Marie-Anne Frison-Roche, Christine Thin, Stephen Haddrill, Claude Cazes, Etienne Wasmer, e Mara Cameran. As reflexões e discussões surgiram a partir do Informe Verde sobre Política de Auditoria da Comissão Europeia. O propósito do colóquio foi discutir as ligações metodológicas que devem guiar o futuro da auditoria, ambos em relação com regulação financeira e concorrência, e também analizar quais deveriam ser as inspirações para a reforma da auditoria, especialmente usando os estudos econômicos disponíveis. Todos os participantes concordaram que o objetivo mais importante seria assegurar que a auditoria é de alta qualidade, e que tudo deve convergir para este objetivo.


Padrão contábil – Alternativa financeira – Auditoria – Mercado de auditoria – Falência – Big Four – Certificação – Colóquio – Concentração – Confiança – Conflito de interesses – Cooperação – Custo – Agência de notação – Operador crucial – Definição – Deontologia – Mercado desregulado – Eficiência – Europa – Mercado europeu de auditoria – Comissão Europeia – Especulação – Crise financeira – Mercado financeiro – Futuro – Mercado global – Objetivo – Informe Verde sobre auditoria – Incentivo – Independência – Informação – Informação assimétrica – Fórum de auditoria internacional – Itália – Auditoria conjunta – Responsabilidade – Gerente – Votação obrigatória – Mercado – Expectativas de mercado – Micro economia – Acaso moral – Opacidade – Opinião – Perímetro – Preço – Lucro – Bem público – Interesse público – Serviço público – Qualidade – Economia real – Informação do risco – Ceticismo – Responsabilidade social – Risco sistêmico – Raciocínio teleológico – Trust – Reino Unido – Estados Unidos da América.*



 

* Em The Journal of Regulation, estas palavras-chave são fornecidas pelo Editor e não pelo Autor.

 

 

Other translations forthcoming.

Updated: May 7, 2010 (Initial publication: April 7, 2010)

Sectorial Analysis

Main information

After the publication of the 21 January 2010 Ordinance implementing the Autorité de contrôle prudentiel (ACP - Prudential Control Authority), two decrees published on 3 March 2010 complete this legislation and define the institutional and budgetary workings of the new Authority.

Updated: April 12, 2010 (Initial publication: April 8, 2010)

Books

This collective work describes the contours of French, European, and International healthcare regulation, and explores past, present, and future evolutions and tendencies in this sector. Original French title: Annales de la régulation, 2009, volume 2, sous la direction de Thierry Revet et Laurent Vidal, collection Bibliothèque de l'Institut de Recherche Juridique de la Sorbonne (IRJS) – André Tunc. (LGDJ)

Updated: Sept. 26, 2012 (Initial publication: Feb. 22, 2010)

Sectorial Analysis

Main information

The European Parliament vetoed the agreement between the European Union and the United States on the transfer of financial data from the SWIFT network, on the grounds that such transfers violate privacy rights and are disproportionate to their aim of fighting terrorism.

Sept. 7, 2017

0. Books

General reference : Frison-Roche, M.-A. (ed.), Régulation, Supervision, Compliance (english translation: "Regulation, Supervision, Compliance"), Paris, collection "Régulations", Dalloz, 2017, to be published.

This collective book is published in French but summaries of every article are available in English

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Book presentation in English :

Regulation. Supervision. Compliance.

Three terms almost unknown to legal systems. Or at least considered as peculiar to Anglo-American legal systems: Regulation, Supervision, Compliance. So many expressions that would constitute Trojan horses by which the Common Law and american mechanisms would seize the other legal traditions to better bend European companies, especially banks, appropriating institutions, imposing strange methods.

Three words by which the invasion is carried out. Through the violence of repression and penalties of compliance, by the mildness of codes of conduct and corporate social responsibility. By laws as new as strange such as in France the law known as "Sapin 2" or the law instituting a "duty of vigilance" to companies whose failure would be to have successfully deployed internationally their activities.

One can have this defensive conception of Compliance, generating a "Compliance Law", produced by internalization in global economic operators of the Regulation Law, which are then subject to Supervision by Regulators, even though these firms are not regulated, as the Compliance does extend beyond supervised sectors (banks and insurance companies).

We can (and maybe must) have a more welcoming, and therefore more offensive, concept of Compliance. This can be the crucible of a relationship of supra-national Trust between these operators and regulators, the former being able to contribute as the latter to serving goals that all exceed them and whose fight against corruption and money laundering are only examples.

In this way, the issue is the construction of the European Compliance Law.

 

Authors :

  • Jean-Bernard Auby,
  • Jérôme Bédier,
  • Alain Bénichou,
  • Jean-Michel Darrois
  • Isabelle Falque-Pierrotin,
  • Marie-Anne Frison-Roche,
  • Benoît de Juvigny,
  • Jacques de Larosière,
  • Bruno Lasserre,
  • Arnaud de La Cotardière,
  • Jean-Claude Marin,
  • Didier Migaud,,
  • Yves Perrier,
  • Jean-Marc Sauvé.

 

Voir la présentation du cycle de conférences sur lesquelles s'est construit l'ouvrage.

 

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Updated: Oct. 27, 2011 (Initial publication: Oct. 6, 2011)

Neutrality in Systems of Economic Regulation

Translated Summaries

In The Journal of Regulation the summaries’ translation are done by the Editors and not by the authors


ENGLISH:

Nowadays, it’s necessary to define, initially, the framework of an impact survey. An impact survey is an analysis estimating the economic consequences of a bill (in Europe or in the US) in order to limit, reduce or compensate for negative impacts. It requires the prior adoption of the text.


ITALIAN

Nei giorni nostri, è necessario definire, inizialmente, la struttura di una valutazione d’impatto. Una valutazione d’impatto è uno studio che cerca di fare una stima delle conseguenze economiche dell’adozione di una legge (in Europa o negli Stati Uniti) in modo tale da limitare, ridurre o compensare le sue conseguenze negative. Tuttavia questo richiede l’adozione preliminare del testo.

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Other translations forthcoming.

Updated: Sept. 26, 2011 (Initial publication: June 7, 2011)

I. Isolated Articles

Translated Summaries


ENGLISH :

This article provides an economic perspective on the role played by

competition policy in the development of competition in various transport sectors. After a brief reminder of some economic features that are shared by different transport modes, it mainly examines the principles and practical underpinnings of merger control as it is implemented in the present context of rapid consolidation in some transport sectors. Thereby, it stresses some potential shortcomings of the traditional merger regula tion approach in the particular context of transportation services, pointing to an excessive attention paid to potential competition issues on overly narrow relevant markets while largely ignoring global efficiency-enhancing effects of mergers and alliances.



ITALIAN


Articolo: Trasporti, concorrenza e politica in material di concorrenza.


Questo articolo delinea una prospettiva economica del ruolo della politica in materia di concorrenza nello sviluppo della libera concorrenza in vari settori dei trasporti. Dopo un breve richiamo ad alcuni aspetti economici, comuni a diversi tipi di trasporto, l’articolo passa in esame i principi e le pratiche fondamentali del controllo delle concentrazione cosi come applicato nell’attuale contesto di consolidamento di alcuni settori dell’industria dei trasporti. Tuttavia, l’articolo mette in rilievo ugualmente alcune carenze potenziali di un approccio classico della regolazione delle concentrazioni nello specifico settore dei trasporti, tra cui l’eccessiva attenzione data alle questioni di concorrenza potenziale su mercati di dimensioni ridotte e la noncuranza generalizzata degli effetti di alleanze e fusioni in materia di efficacia e di progresso.


SPANISH

Artículo: Transporte, competencia y política competitiva

Este artículo da una perspectiva económica sobre el rol jugador por la política de la competencia y el desarrollo de la competencia en varios sectores de transporte. Después de un breve recordatorio sobre las características económicas compartidas por diferentes modales de transporte, examina principalmente los principios y detalles prácticos de la implementación de control de uniones en el contexto presente de consolidación rápida en algunos sectores de transporte. El artículo pone énfasis algunos de los defectos potenciales del la regulación tradicional de uniones, particularmente en el contexto de los servicios de transporte, indicando un enfoque excesivo a cuestiones de competencia potencial en mercados demasiado estrechos y a la vez ignorando los efectos del mejoramiento de eficacia global de las uniones y las alianzas.

 

 PORTUGUESE

Artigo: Transporte, concorrência e política concorrencial


Este artigo fornece uma perspectiva econômica sobre o papel exercido pela política concorrencial no desenvolvimento da concorrência em diversos setores de transporte. Após uma breve retomada de conceitos econômicos compartilhados por modos de transporte diferentes, ele examina principalmente os princípios e os problemas práticos do controle como implementado no contexto presente de rápida consolidação em alguns setores de transporte. Assim, ele sublinha alguns potenciais conflitos no enfoque da regulação tradicional no contexto particular de serviços de transporte, apontando para uma atenção excessiva concedida para problemas de concorrência potencial em muito relevantes mercados enquanto são amplamente ignorados os efeitos na eficiência global.


Transporte aéreo – Avião – Aeroporto – Aliança – Comportamento anti-concorrencial – Falência – Concorrência – Autoridade de concorrência – Política de concorrência – Concentração – Contrato – Subsídios cruzados – Economia de escala – Eficiência – Ganho de eficiência – Barreiras de entrada – Equilíbrio – Comissão Europeia – Custo fixo – França – Londres – Incentivo – Operador incumbente – Infraestrutura – Interconexão – Investimento – Monopólio legal – Liberalização – Rede de longa distância – Estrutura de mercado – Controle – Firma de multiprodução – Rede – Mercado oligopolístico – Concorrência potencial – Preço – Elasticidade de preço – Trilho – Transporte por trilhos – Mercado relevante – Transporte rodoviário – Segmento – Serviço – Tempo – Transporte – Reino Unido – Comunidade urbana – Veículo.*


* Em The Journal of Regulation, estas palavras-chave são fornecidas pelo Editor e não pelo Autor.

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Other translations forthcoming.